Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim. Carlos Drummond de Andrade, Corpo
15/12/2008
Logo eu, amante das palavras, neste momento, elas se distanciam de mim para compor em letras o que sinto por você. Impossível explanar, medir em palavras. Delimitação pequena, ainda que eu fosse um misto de Adélia Prado, Shakespeare ou outro mestre da escrita, ainda assim não seria possível esmiuçar o nosso amor. O que posso dizer – que é tão pouco perto da grandiosidade do nosso dia-a-dia – é que nosso relacionamento está pautado no amor, na confiança, no companheirismo, na lealdade, no sentir o outro, no entender somente com o olhar, com a respiração, com o carinho que acalma, com a paz... Você me dá força em todos os momentos, e eu, com toda certeza, não vislumbro vida alguma sem estar ao seu lado. Batalhamos juntos, sempre, e vamos alcançar todos os nossos objetivos, pois, em nossa vida, tudo é feito com o mais sincero amor...
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Amor...
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